sexta-feira, 12 de setembro de 2008

partes de matérias que não saíram

FABIANA SERAGUSA

Colaboração para a Folha Online

*Outra apresentação em São Paulo (SP)*


O Moptop também se apresenta na Livraria Saraiva do shopping Ibirapuera (região sul da capital paulista) nesta sexta-feira (12), às 19h, um dia antes do show de lançamento de "Como Se Comportar" na cidade. Durante o "pocket show", com entrada gratuita, eles terão a oportunidade de tocar para um público menor de idade, que, geralmente, não consegue assistir às apresentações que acontecem em casas noturnas.

Apesar de o show acontecer em um shopping, o guitarrista Rodrigo Curi garante que as músicas não serão mostradas em formato acústico. "Vamos fazer o possível pra botar os amplificadores 'no talo', afinal, é para ser um show de rock, né?" E sobre a duração do evento, o músico é enfático: "Se o pessoal pedir, e a Saraiva permitir, vamos tocar até o shopping fechar!"

domingo, 27 de julho de 2008

terça-feira, 22 de julho de 2008

erro de sentimentos

Não se sinta superior a alguém só porque conseguiu o emprego que sempre quis. Sinta muito orgulho de si mesmo, apenas isso. Não tente trapacear ou denegrir uma pessoa para tentar mostrar aos outros que você sabe mais sobre algo. Se você realmente é melhor, todo mundo acaba percebendo. Não queira demonstrar superioridade falando sobre o que você tem, o que comprou ou quanto ganha. A única coisa que isso pode significar é que o seu salário é maior ou que sua família tem mais posses. Só isso. Se você se acha bem bonito, não olhe com desprezo para quem não tem uma fisionomia tão bela e perfeita. Isso não quer dizer absolutamente nada. Sinta-se feliz, agraciado e com sorte, nada mais. Faça com que as coisas que você considera boas em sua personalidade, que suas atitudes, conhecimentos ou conquistas te deixem realizado, completo, de bom-humor constante. Mas nunca use esses pontos positivos com o intuito de ferir, magoar ou diminuir alguém, porque não tem sentido.

Mas, o mais importante de tudo: NUNCA, EM HIPÓTESE ALGUMA, puxe o cabelo ou bata na cabeça de alguém se você não tem certeza de que essa pessoa está realmente fazendo cafuné em seu namorado!!!

Eu mereço? Não.


segunda-feira, 7 de julho de 2008

Parecer bom ou ser bom?

Somos nós que escolhemos quem irá ou não fazer parte de verdade de nossas vidas, mesmo que não tenhamos controle aparente sobre quem vem ou vai, quem parte ou fica. E é fácil perceber quem vai ou não nos acrescentar algo, enxergar quem vale ou não a pena. Imagine que experiência magnífica teria sido poder conversar sobre as dúvidas, angústias, medos e certezas da vida com Simone de Beauvoir; ou então, em um daqueles momentos de total desesperança no mundo, bater um papo com Samuel Beckett e mergulhar com tudo no pessimismo intrínseco de seus pensamentos. Essas pessoas marcaram de uma forma ou outra a existência humana, na literatura, teatro e tudo mais. Mas não são só elas. Há muitas pessoas à nossa volta com a capacidade de nos fazer entender melhor a vida por meio de conversas e palavras, de atitudes e gestos. E o natural seria que todos buscassem conviver com pessoas assim, melhores de alguma maneira, pessoas admiráveis e com as quais fosse possível aprender algo de fato.

Que nada. A maioria prefere o contrário. Prefere o mais fácil e o aparentemente (e enganosamente) mais "vantajoso". Sabe aquele frase que diz que "em terra de cego, quem tem um olho é rei"? Quem sabe contar só até o número 5, teoricamente buscaria alguém que sabe até o 10, 20, pra poder aprender também e ir melhorando, né. Mas não, muitas vezes essa pessoa prefere conviver com quem sabe até o 3, por exemplo, porque é só dessa maneira que ele consegue se sentir superior. Ele se compara por baixo, pelo pior.

Prefiro mil vezes passar a vida toda buscando chegar aos pés, que seja, de homens e mulheres verdadeiramente consistentes, inteligentes e interessantes do que me sentir superior a todo momento por estar sempre em volta de pessoas banais. Mas cada um escolhe o que quer para si. Pena que a maioria se contente com a segunda opção. Até porque é o mais fácil, o mais cômodo. E o pior é pensar que grande parte acaba mesmo acreditando que é superior, praticamente indispensável pra humanidade. Tolos.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

www.guiadafolha.com.br

Uma pesquisa sobre comportamento humano constatou que há cerca de 40 mulheres no mundo "casadas" com objetos, como a Torre Eifel, o Muro de Berlim e outros monumentos de pedra e cimento. Sim, elas realmente estabelecem uma relação afetiva forte com as construções e chegam a realizar todas as burocracias necessárias para oficializar de fato a união.

E parece que esse número irá aumentar.

Vocês já deram uma olhada no novo Guia da Folha Online? Não tem como não se apaixonar. Apesar de não ser um objeto em si --já que não podemos pegar, encostar, apalpar mesmo--, é algo que pode ser visto e admirado a todo momento. E é uma coisa TÃO linda. Não digo que haverá véu e grinalda, isso não, não chega a tanto, até porque é algo recente, mas um affair, suspiros e mais suspiros, isso existe.

Impossível ser mais completo. Com ele, todas as manhãs, tardes e noites são cheias de coisas gostosas, as melhores possíveis, e não há um só dia monótono. Shows, peças, exposições, filmes, eventos em cartaz ou prestes a estrear? Em 1 minutinho, ele te mostra informações completas sobre tudo, tudo em primeira mão. Por ele ser assim, tão infinito culturalmente, é bom deixar a indecisão um pouco de lado pra fazer com que a relação seja plena.

E naquelas horas em que bate uma vontade incontrolável de algo inusitado em um horário improvável? Algo fisicamente e geneticamente impossível, mas não tem como deixar de pensar que ele seria perfeito também quando surgissem os "desejos" da gravidez. Pra ele, seria tudo muito fácil. Ou é qualquer um que sabe exatamente onde encontrar um sorvete com café e uísque ou então um brigadeiro feito de pistache?

Mas como temos que ficar preparados para um súbito avanço da medicina nesta área, os nomes dos possíveis filhos "gerados" dessa paixão já foram escolhidos: a menina, Tégui, e o menino, Spiffy.

Outra qualidade forte é que o Guia não é nem um pouco egoísta. Ele dá dicas sobre tudo a quem quiser, em qualquer horário e de qualquer lugar. Em alguns cliques, milhares de locais e programas de todos os tipos aparecem na tela e o difícil é não se perder no mundo de opções.

A nossa relação está perfeita, mas o bom é pensar que o simples uso do ESC bastaria para interromper quaisquer mínimas desavenças. Depois é só digitar www.guiadafolha.com.br novamente e voltar a ser feliz.

domingo, 15 de junho de 2008

timinho de amarelo

Não é possível que eles nos façam ter vergonha do futebol do Brasil. Tudo bem que perder é normal - se não fosse assim, qual sentido teriam os confrontos? -, que jogar ruim vez ou outra é totalmente aceitável - não é possível acertar tudo todo o tempo -, mas por favor, né. Olhar pra TV e ver o Paraguai jogando sem nenhum tipo de receio, solto, chegando fácil ao ataque e, pior de tudo, fazendo gols, daí já complica. Certeza que se o adversário deles fosse um clube do próprio país, Sol de America que seja, os 90 minutos seriam certamente mais difíceis. Ah, mas tudo bem, era "só" o Brasil. Ou o que sobrou dele.

E o Gilberto falando no intervalo: "Ah, o problema é que a gente não tá conseguindo sair jogando". Deus. Corrijam-me se eu estiver errada, mas "sair jogando" é requisito primordial e indispensável em qualquer tipo de jogo existente em qualquer parte do mundo. Se você não consegue sair jogando, então tem alguma coisa de muito errada acontecendo. Neste caso, o que resta é pedir pra sair. Jogando a toalha mesmo.

No segundo tempo, alguns ainda acreditavam que seria possível uma "virada", que era só fazer o primeiro que o segundo viria quase como um bônus certeiro. Só sei que para a maioria em nenhum momento isso passou nem perto de algo possível. A única coisa que esse jogo podia "virar" mesmo era uma goleada. E quem teria que fechar os ouvidos para os "olés" ainda mais forte seríamos nós: torcedores do timinho de amarelo.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

...

Tudo bem, nem queria mesmo.
Nem queria.
Nem.

=/