Tudo bem, nem queria mesmo.
Nem queria.
Nem.
=/
quinta-feira, 12 de junho de 2008
quarta-feira, 11 de junho de 2008
contagem trigressiva
É, o Dia dos Namorados está chegando e nada melhor do que ganhar de presente, logo no início do dia (por volta de meia-noite), algo muito, muito, muito bom de "alguém" que você ama muito, muito, muito.
Um título!
Do CORINTHIANS!
=)
Um título!
Do CORINTHIANS!
=)
sexta-feira, 6 de junho de 2008
relatos
No mês passado presenciei uma "conversa" no ônibus entre uma mãe (uns 30 anos) e sua filha (uns 6):
Filha: Mãe, a Isabella caiu de um prédio que nem esse, né?
Mãe: Ela não caiu, jogaram ela.
Filha: Jogaram? Quem jogou?
Mãe: Os pais dela que jogaram. E pára de fazer pergunta, senta aqui quietinha.
Filha: Mas por que jogaram?
Mãe: Porque ela fez alguma arte, não obedeceu os pais, daí eles pegaram e jogaram ela lá de cima. Vê se aprende e fica boazinha.
Filha: Tá...
Eu não sabia se eu levantava, ia até a mulher e dava um chute na cara dela, se eu chamava a polícia, se eu ligava pro manicômio para internar esse ser, não sabia, fiquei sem reação. É impressionante o tanto de pessoas idiotas e ridículas que existem no mundo. Elas estão espalhadas por aí, em todos os lugares, por todos os lados, mesmo que algumas, por algum tempo, consigam "camuflar" esse lado deplorável que surge não sei de onde e que aflora das piores maneiras possíveis.
Filha: Mãe, a Isabella caiu de um prédio que nem esse, né?
Mãe: Ela não caiu, jogaram ela.
Filha: Jogaram? Quem jogou?
Mãe: Os pais dela que jogaram. E pára de fazer pergunta, senta aqui quietinha.
Filha: Mas por que jogaram?
Mãe: Porque ela fez alguma arte, não obedeceu os pais, daí eles pegaram e jogaram ela lá de cima. Vê se aprende e fica boazinha.
Filha: Tá...
Eu não sabia se eu levantava, ia até a mulher e dava um chute na cara dela, se eu chamava a polícia, se eu ligava pro manicômio para internar esse ser, não sabia, fiquei sem reação. É impressionante o tanto de pessoas idiotas e ridículas que existem no mundo. Elas estão espalhadas por aí, em todos os lugares, por todos os lados, mesmo que algumas, por algum tempo, consigam "camuflar" esse lado deplorável que surge não sei de onde e que aflora das piores maneiras possíveis.
terça-feira, 3 de junho de 2008
esperar, desesperar
Quantas vezes na vida a gente não deve deixar de viver momentos lindos por não ter tido uma simples oportunidade, por não ter tornado possível algo além de 'oi' e 'tchau', por ter ficado esperando, esperando, esperando. Mas também na maioria dos casos não há muito o que fazer. Você pode até arranjar pretextos para chegar mais perto, conversar com alguém que está próximo, olhar um pouco mais. Mas mais do que isso, não sei. O ruim é saber que do outro lado certamente há o mesmo pensamento, a mesma certeza. O que falta então? Pouca coisa, que fará toda a diferença. Uma atitude mínima, a qualquer momento, pode se transformar em uma avalanche de ações, reações e recordações. Cada escolha que a gente faz - e fazemos a todo o momento - muda tudo o que vem depois, sempre. Mesmo que a gente não perceba. Estudar em uma determinada faculdade já define que a maior parte dos seus amigos provavelmente será de lá também. Se você ficou na sala A, as coisas vão ser completamente diferentes do que se você tivesse sido colocado na B. A simples escolha do lugar onde você irá se sentar para assistir às aulas já define os rumos de suas amizades e todo o resto. Tudo influi. Cada coisinha.
"Você erra 100% dos chutes que não dá".
Nossa, que frase BOA.
domingo, 1 de junho de 2008
agarramentos
Gente, o que foi aquela tenente tentando tirar de campo o zagueiro André Luis, do Botafogo, durante a partida contra o Náutico? Certeza que foi paixão à primeira vista. E daquelas incontroláveis, hein. Na primeira oportunidade, ela correu pra cima dele e tentou de todas as maneiras tocá-lo, chegar perto, agarrá-lo. Parece que a tenente estava a postos, esperando loucamente por uma chance de "atacar". E a expulsão do jogador, seguida da rebeldia dele em continuar no banco de reservas, deve ter levado ao pensamento típico de quem quer uma desculpa para agir: "Deve ser um sinal! É agora ou nunca! Lá vou eu!". E foi.
Podia ao menos esperar o final da partida, sei lá, tentar pedir o msn, skype, icq que fosse, qualquer contato do moço, mas não, ela realmente parecia aflita. Bem que dizem que algumas pessoas costumam demonstrar amor não com gestos carinhosos, e sim brigando, xingando e discutindo. Será? Bom, prefiro pensar que foi isso, que tudo começou por um ato apaixonado inconsequente, porque pensar que tem gente que faz esse tipo de coisa só pra aparecer é deprimente, né, desanima. O que eu sei é que tudo isso foi lamentável. Com ou sem amor.
Podia ao menos esperar o final da partida, sei lá, tentar pedir o msn, skype, icq que fosse, qualquer contato do moço, mas não, ela realmente parecia aflita. Bem que dizem que algumas pessoas costumam demonstrar amor não com gestos carinhosos, e sim brigando, xingando e discutindo. Será? Bom, prefiro pensar que foi isso, que tudo começou por um ato apaixonado inconsequente, porque pensar que tem gente que faz esse tipo de coisa só pra aparecer é deprimente, né, desanima. O que eu sei é que tudo isso foi lamentável. Com ou sem amor.
sexta-feira, 23 de maio de 2008
tibum, caiu
Esses dias ouvi um rosinha falar que 'ah, agora todo mundo só torce contra o São Paulo, tá parecendo o Corinthians'. Nossa, que despautério imaginar a simples possibilidade de uma comparação assim. Nesse último jogo, sabe o que todo mundo sentiu quando terminou a partida? A mesma sensação que surge quando aquele chefe chato, que se acha melhor do que todo mundo, que pensa que é superior só porque se deu bem em alguma coisa, participa de uma competição no trabalho e sai todo confiante, dizendo que já ganhou, mas......... ele perde. Sim, ele perde!!
E a comemoração diz tudo, né... isso sim seria digno de comparação. A do Flu foi emocionante. Como seria a do adversário? Fácil imaginar, e assim fica mais fácil ver quem merecia realmente vencer. E venceu.
E a comemoração diz tudo, né... isso sim seria digno de comparação. A do Flu foi emocionante. Como seria a do adversário? Fácil imaginar, e assim fica mais fácil ver quem merecia realmente vencer. E venceu.
quinta-feira, 22 de maio de 2008
cerveja rolando, e isso dá medo
Tem uma caixa de cerveja aqui em casa já faz um tempo, mas ninguém bebe. Sobrou de um churrasco e está "em espera" para o próximo. Certeza que é um dos poucos locais no mundo onde esse monte de latinhas fica assim, de lado, sem que ninguém tenha a mínima vontade de tomar. Mas quanto tempo será que a bebida duraria se estivesse com a pessoa da música abaixo?
((Ahhh, caso alguém se interesse, troco a caixa toda por 4 litros de Fanta Uva light))
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